Crônicas de uma princesa dominadora: A segunda noite

Crônicas de uma princesa dominadora: Capítulo 2 – A segunda noite

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Autor: Swollenballs
Temática: Femdom, ballbusting, ficção medieval, CFNM, Grupo de Mulheres

 

Henry acordou sentindo, a cada momento, a força que sua princesa havia aplicado, no exato ponto entre suas duas bolas. A dor vinha de segundo em segundo, como se recebesse um golpe depois do outro.

De manhã, fazia o possível para fingir que nada acontecera, mesmo sabendo que teria de lidar com aquilo em pouco tempo. Estava desamassando a armadura de um nobre trazida da batalha, com dificuldade para manter o equilíbrio. Qualquer movimento brusco ainda lhe doía.

Anna chegou com uma garrafa e uma taça. Tentou disfarçar a dor, mas ela já havia visto suas caretas. Ela pousou a garrafa e o copo numa mesa e correu até ele.

– Henry, o que aconteceu?

O ferreiro ficou em dúvida se deveria contar a ela. Se sua princesa soubesse que ele havia contado a alguém, poderia se irritar. E ele já vira o que sua raiva causava.
– Nada. – respondeu, com sinceridade. Nada acontecera entre ele e a princesa, ainda. – ela mandou que eu saísse, mas quer que eu volte a encontrá-la. Não sei o que ela vai querer.

Anna então tinha uma expressão de horror.

– Ela aprovou você, e vai seguir com os testes;

– Que testes?

– Quando Vivienne desaprova um homem, ela simplesmente o manda embora, e manda que ele jamais volte. Se ela quer que você volte, então ela ainda está interessada em fazer de você… – Anna pareceu horrorizada.

À noite, Henry dirigiu-se vacilante ao quarto de sua princesa, receoso do que o aguardava desta vez. Usava roupas antigas, por medo que a princesa as rasgasse novamente. Mas o que o surpreendeu ao entrar não foi a princesa diante dele, de vestido azul decotado. Foram as outras três moças.

Uma moça encorpada de trinta anos, de vestido verde de seda que realçava suas curvas; uma alta e loira, de seios à vista no decote do vestido turquesa; e uma mulher de pele negra como a noite, e voluptuosa como um sonho de rapaz.
Henry engoliu em seco, e a aproximou-se cauteloso. As três moças o seguiram, passo a passo.

– Estas são minhas amigas; princesa Mabel – indicou a moça encorpada. – Lady Elaine… – indicou a loira – e Lady Amaziah. São representantes dos nossos aliados.

– Viemos discutir o futuro de nossos reinos. – disse Lady Amaziah. – sou embaixadora do reino de Aminifu, do Oriente africano. Somos um reino que preza a liberdade, e por isso, pretendemos nos aliar a Castrellere, que se opõe à escravidão de prisioneiros.

– Nosso reino rejeitou as noções de escravidão há séculos. – afirmou Vivienne, com orgulho.

– Todos os nossos reinos lutam por liberdade. – disse a princesa Mabel. – já discutimos a aliança da guerra. Agora, estávamos tratando de outros assuntos.

– Sim, a questão dos servos. – lembrou Lady Amaziah. – não podemos dizer que estes são como os escravos… – e lançou um olhar a Henry com seus olhos cor de âmbar, antes de apanhar uma garrafa de vinho meio cheia.

Nisso, a princesa fez um gesto a Henry para que não deixasse sua convidada servir suas bebidas. O rapaz foi imediatamente pegar a bandeja e servir o vinho em taças apoiadas na cômoda. Naquele momento, baixou os olhos em Lady Amaziah, que possuía um belo rosto de lábios grossos e olhos claros, rosto angular e cabelos presos em um lenço. Sem perceber, Henry demorou-se demais em sua silhueta volumosa, que deixara seu membro muito desconfortável em seus calções.

– Ele é copeiro? – perguntou a princesa Mabel. – Pensei que fosse ferreiro.

– E é – disse a princesa Vivienne. – Mas deixe-o nos servir.

– Imagine – contestou Lady Amaziah. – Um ferreiro não deveria ser forçado a fazer um trabalho de copeiro. – E apanhou a garrafa, enchendo os copos com uma mão trêmula..

– Não, Amaziah! – disse Vivienne. – Você já bebeu oito taças, não está com a mão firme…

– Oh!

Henry sufocou um grito de dor: Lady Amaziah entornara o vinho bem em cima de suas calças; mesmo por baixo do couro, suas partes sensíveis puderam sentir o vinho quente temperado de especiarias, escaldante e ácido como limão. O rapaz cambaleou, agonizando, mas mal deu dois passos e desabou no chão.

– Oh! Perdão, eu não deveria… esse vinho é muito quente…

– Saiam da frente! Precisamos limpar o vinho antes que queime a pele dele.

A princesa se aproximou vista de cima, seus belos olhos verdes correram dos de Henry para seus calções cobertos de vinho quente.

Sem contrangimento, a princesa apalpou os calções do rapaz, e puxou-os para fora; Henry sentiu suas partes sensíveis serem puxadas, e deu um gemido agudo.
– Pobre homem, o que podemos fazer? – perguntou a princesa Mabel.
– Ajudem-me a levantá-lo – mandou a princesa Vivienne.

Atordoado pela dor, Henry sentiu mãos fortes o erguerem pelos ombros e pelas coxas com força surpreendente; duas das mãos o seguraram pelos quadris, e uma delas apertou-lhe um de seus glúteos nus. Do chão duro, sentiu-se sendo deitado na cama de veludo, macia como um sonho; a sensação era estranha.

Ele, um plebeu e ferreiro, acomodado na cama da princesa regente, e cuidado por belas nobres.

– Vejam como está.

– Muito vermelho; mas acho que o vinho não cobriu aqui por completo – e Henry sentiu que uma delas tocara um dos dedos bem entre seus testículos queimados.

– Precisa de remédio para essa queimação – disse a voz cheia de culpa de Lady Amaziah. – Posso preparar um remédio com as plantas de seu jardim; tenho certeza de que curaria o hematoma em pouco tempo.

– Não sei… – duvidou a princesa.

– Por favor, Vivienne, deixe que eu me redima com este pobre rapaz.

– Certo – aceitou ela. – Vou lhe mostrar o jardim, e lá, você escolhe de quais plantas precisa. Vocês, minhas amigas, vigiam Henry.

– Certamente.

– Com todo o prazer.

Enquanto Henry suportava a dor, viu as sombras de sua princesa e da embaixadora de Aminifu deixarem os aposentos. Estava agora só com a princesa Mabel e Lady Elaine, com suas partes viris em chamas, sufocando gemidos em respeito à presença de nobres moças.

Lady Elaine tinha grandes olhos azuis, que pareciam enxergar cada pedaço de Henry; a princesa Mabel tinha olhos negros e estreitos, que o fitavam com timidez, acentuada por suas bochechas coradas.

– Que timidez é essa, Mabel? – disse Lady Elaine, em tom desafiador. – Nunca viste um homem nu?

– Já vi – afirmou a princesa Mabel. – digo, já me lavei junto dos meus primos e dos filhos de outros nobres. – disse, agora sorrindo. – Mas nunca havia visto um homem como este.

O rosto de Henry queimou de vergonha; já era vergonhoso estar despido diante de mulheres, agora sentia-se estranhamente vulnerável.

– Já vi rapazes assim – disse Lady Elaine, descontraída. – Ferreiros são meus preferidos; é uma surpresa que Vivienne tenha demorado tanto tempo para se interessar por este.

O jovem ferreiro desejou, com todas as suas forças, que fosse um sonho, que aquilo não estivesse realmente acontecendo. De ferreiro real, fora rebaixado a objeto de piada das amigas da Princesa Regente.

– Vivienne é muito seletiva – comentou a princesa Mabel. – Já você, Elaine, aceita qualquer plebeu; logo, surgirão história sobre você.

– O último infeliz que espalhou histórias sobre mim ainda sofre as consequências.
– Céus! – exclamou a tímida princesa. – Você mandou mutilá-lo?

– Não. Mas as bolas desse aqui estão boas comparadas com as dele; aposto que ainda doem quando ele cavalga.

Como fora parar ali, pensava Henry. Num momento, estava cuidando da própria vida, e agora, estava à mercê de moças cruéis… e lindas; fogosas, voluptuosas…
– Falando em cavalgar, parece que nosso potrinho está melhorando. Veja.
Henry congelou; seu membro queimado agora estava ereto como uma lança. Princesa Mabel virou o rosto, envergonhada, mas Lady Elaine sorriu.
– Sente-se melhor, rapaz? Deixe-me ajudá-lo.

As mãos macias e fortes da moça lhe apalparam os braços e o ajudaram a se erguer; enquanto se sentava, Henry viu de frente que bela mulher era Lady Elaine; tinha ombros largos que cercavam um par de seios fartos, visíveis em seu vestido decotado, e seus belos olhos estavam cheios de desejo. Mas Henry fez o possível para não espiar a beleza de Lady Elaine; já vira como Vivienne reagia a seu olhar indiscreto.

– Você me acha atraente, Henry?

– Milady?!

A bela nobre ajoelhou-se sobre ele, e passou as mãos pela cintura do rapaz; seus braços fortes o ergueram e o mantiveram em pé, seguro pelos quadris; seu membro ereto apontava para a linha de seus seios fartos, e os enormes olhos de Elaine se dilatavam diante dele.

Ardendo de vergonha, Henry olhou para a princesa Mabel; mas esta continuava de olhos fechados, encabulada.

– Acho você muito atraente, Henry. E você? Fiz uma pergunta; e como convidada da princesa, exijo que responda com sinceridade. – ela o encarou em desafio. – Eu saberei se mentir. Você… me acha… atraente?

Henry permaneceu estático, sem mexer um músculo, a não ser seu membro, que pulsava na direção dos seios de Lady Elaine. Esta parecia preparada para avançar ao menor sinal de consentimento; e a princesa Vivienne voltaria a qualquer instante. Foi nela que pensou, não em Lady Elaine; que diria sua regente se o visse elogiar outra mulher, em seus aposentos?

– Não.

Pensou que Lady Elaine ficaria furiosa, que o amaldiçoasse. Mas quando seu olhar saiu de seu corpo e encontrou seus olhos azuis, encontrou apenas decepção. Então, ela aproximou seu rosto do ouvido de Henry; seu busto encostando-se no de Henry, e sussurrou:

– Eu perdoo homens que me rejeitam.

E afastou ao máximo seu braço esquerdo que terminava em um pequeno punho, que ela enterrou com um baque macio nas bolas de Henry.

– OOOF!

Não houve como abafar o grito; toda a força que recuperara se esvaiu, e ele voltou a desabar na cama de veludo, contorcendo-se de dor, e encarando Elaine com olhos cheios de lágrimas.

– Mas não perdoo homens que mentem para mim – rosnou ela.

A princesa Mabel se aproximara; olhava para Henry com piedade, e sacudia a cabeça.
– Elaine, como pôde?

– Ele ousou zombar de mim, mentir que não me desejava!

– Por que você sempre bate neles?

– Batia nos meus primos por muito menos. Esse ferreiro teve o que merecia.

– Você é convidada neste reino, devia se comportar… Vivienne vai voltar a qualquer momento…

Pela primeira vez desde a última noite, Henry desejou que sua princesa estivesse aqui. Vingativa ou não, Vivienne defenderia a todo custo seu povo daqueles que quisessem ameaçá-lo.

– Não me importo; castigo todos que me ofendem. Se Vivienne quiser, que apareça agora e venha tirar satisfações por seu animalzinho de estimação.

Mas seguiu-se uma eternidade, e Vivienne não aparecera. A Princesa Mabel o observava com olhos cheios de piedade, e Lady Elaine o fitava com rejeição, e orgulho do que fizera. Henry imaginou se ela teria em mente mais ataques a ele.

Por fim, ouviu-se passos e viu-se sombras que anunciavam a volta de sua princesa e de Lady Amaziah, que trazia uma taça contendo um líquido viscoso. Estava distraída em não derramar o que quer que fosse, mas Vivienne teve a atenção imediatamente desviada para Henry, que gemia em alto tom, sentindo a dor que o punho de ferro de Lady Elaine lhe infligira.

– O que houve? – perguntou a princesa Vivienne, em tom de exigência.

– A dor dele piorou – disse Lady Elaine. – Melhor aplicar essa poção já.

Mas Vivienne não se convenceu. Com as mãos na cintura fina, ela se aproximou de Lady Elaine, seus olhos verdes faiscando em direção aos olhos azuis da amiga.
– Como se atreve, Elaine? Com que direito você bate em um súdito meu?
– Ele mentiu para mim – disse Lady Elaine, a voz trêmula.

– Ah, Henry – Vivienne afagou os cabelos de Henry com ternura – Disse que não a achava atraente, não é?

Surpreso, Henry não respondeu de imediato, e apenas fez que sim com a cabeça.
– Ele não a estava ofendendo, Elaine. Henry é fiel à figura de sua princesa, e não quis admitir que se sentia atraído por outra mulher que não a mim.

– Oh, é mesmo? – Lady Elaine não pareceu menos irritada.

– Não se preocupe, com uma dose desta essência, você logo não sentirá nada – Lady Amaziah ergueu o taça, e molhou a mão no conteúdo viscoso. Em seguida, olhou de relance para a Princesa Vivienne, como se pedisse sua permissão, e após um olhar da mesma, aproximou seus dedos de Henry.

Deitado, nu e agonizando, o rapaz se sentiu ameaçado como nunca, e por impulso, suas pernas se fecharam, como se tentasse impedir que mais alguém atingisse suas bolas.

– Vamos, Henry, não está se ajudando assim – disse sua princesa, com divertimento. – Mabel, me ajude. Elaine, afaste-se.

Henry viu, impotente, as princesas agarrarem suas pernas; a princesa Vivienne e sua amiga, princesa Mabel, puxavam uma perna cada, forçando a ficarem abertas, enquanto Lady Amaziah envolvia suas bolas com os dedos cheios de remédio. Fechou-os em volta de sua bolsa escrotal, como se fosse apertá-los, e Henry sentiu por um momento que iria, mas ela simplesmente espalhou o remédio, que era incrivelmente anestésico. Em pouco tempo, a dor sumira, e suas partes íntimas sentiam uma prazerosa dormência.

Já está fazendo efeito agora – afirmou Lady Amaziah. – Esta poção não falha. A não ser…

– A não ser o quê? – indagou a princesa Mabel.

– A não ser que as partes íntimas tenham sido muito danificadas… torcidas, rompidas, esmagadas…

A ideia fez o sangue do rapaz gelar, e fez surgir uma expressão de horror na piedosa princesa Mabel. Mas Lady Elaine apenas fungou.

– Isso não aconteceu. Do contrário, ele não conseguiria permanecer ereto agora.

Henry olhou, envergonhado, que seu membro tornara a se erguer, diante das convidadas da princesa.

Princesa Vivienne sacudiu a cabeça, e Henry temeu o pior.

– Hum, penso que não podemos continuar nossos assuntos com Henry. É melhor que ele vá se deitar em seus aposentos.

– às suas ordens, Vossa Alteza – Henry sentiu-se grato de sair da presença das amigas de Vivienne, especialmente de Lady Elaine. Mas mal se levantou, e um espasmo de dor irrompeu de suas bolas, como se o punho de ferro de Elaine o tivesse acertado outra vez.

– Ele ainda não está bem; eu o ajudo – ofereceu-se Lady Elaine.

– Não – cortou-a Vivienne. – Eu vou levá-lo.

Sem jeito, Henry saiu acompanhado de sua princesa, aliviado de se afastar da predadora vingativa que era Lady Elaine.

Mal acreditou em sua sorte quando, pouco depois deixava o quarto vestido, a dor passando aos poucos, enquanto sua princesa o amparava quando seu andar vacilava.

Quando estavam distantes das outras, a princesa Vivienne disse:

– Lamento o que Elaine lhe fez; ela não tolera quem a ofende. Desde criança, gosta de punir os outros.

A última pessoa de quem Henry queria ouvir era Lady Elaine. Mas, sendo um plebeu, não discordaria de sua princesa regente.

– Imagine que quando éramos crianças, uma duquesa visitou a casa de Elaine com seu filho. Elaine ficou apaixonada pelo menino. Mas o jovem duque fez a desfeita de rir quando ela confessou sua paixão, fazendo Elaine chorar. Mas no momento seguinte, ele também chorou: Elaine acertou em cheio suas bolas.

Uma pontada de dor atingiu Henry; mas ele não ousou se queixar.

– E uma vez, bateu num menino por mordê-la sem querer. Um mercador de vinhos deliciosos e muito fortes estava visitando este castelo, e Elaine e eu decidimos que provaríamos aquela bebida, quer nossas mães permitissem ou não.

Àquela altura, estavam quase chegando ao quarto de Henry; mas a princesa parecia ansiosa para terminar de narrar sua história.

– Elaine deu dinheiro a um escudeiro mais velho, Thomas, para comprar um jarro de vinho, e trazer escondido para nós nas masmorras. Nós três nos deliciamos com aquele doce vinho, Elaine mais do que nós.

De repente, a princesa se virou e o colocou contra uma parede; parecia estar se divertindo com a história que contava.

– Completamente bêbada, ela se levantou e começou a se declarar para ele. Você é o escudeiro mais belo deste reino, ela disse, completamente bêbada, e avançou no pescoço de Thomas aos beijos… o pobre rapaz era três anos mais velho, mas nunca havia beijado, então quando ela forçou a língua. – Vivienne mostrou os dentes brancos, seus lábios cheios sorrindo. Ela está me provocando.

– Ele a mordeu? – adivinhou Henry.

– Ela se afastou choramingando, e Thomas começou a pedir desculpas. Mas não adiantou. – Vivienne pegou-lhe pelos braços, como se imitasse sua história. – ela o agarrou, furiosa, e disse: “vai me pagar por me ofender dessa forma, escudeiro”, e antes que eu pudesse impedir, ela pegou um pedaço de ferro ainda quente e…

Henry congelou; a princesa fez um som com a boca que parecia uma serpente. Não precisou perguntar o que Lady Elaine fizera ao escudeiro.

– Quando eu consegui segurá-la, ela já havia deixado uma feia queimadura na bunda do Thomas. Ele escorregou para o chão, urrando, com os calções urinados. Consegue imaginar isso, Henry.

Ela desceu uma mão até o quadril de Henry, e passou-a pela sua bunda.

– Imagine, esses glúteos maciços, queimados à ferro, ganhando uma feia queimadura. Eu não me perdoaria se isso acontecesse a você sem que você merecesse. Venha, vamos logo para o seu quarto.

Suando frio, Henry cambaleou em direção ao seu quarto, ansioso para ficar sozinho. Mas de repente, a curiosidade lhe bateu, e ele perguntou:

– O escudeiro ainda tem essa marca?

– Thomas? Oh, sim. Hoje, ele é um cavaleiro, e adora se vangloriar de como a conseguiu por beber vinho junto de duas belas nobres. Claro, ele não menciona que as nobres eram pouco mais que meninas, e que uma dela lhe deu a marca. Mas não se preocupe; sei que você jamais faria algo que merecesse tal castigo. Não deixarei que ela machuque você mais. Abaixe-se um instante.

O ferreiro abaixou a cabeça para sua regente, e Vivienne beijou-lhe a testa com ternura.

– É um homem muito gentil e fiel, Henry. E eu o admiro muito. Desejo que se recupere e tenha uma boa noite.

No momento em que ela o tocou com os lábios, Henry sentira seu membro recém-recuperado de uma queimadura levantar. Mas daquela vez, a princesa não deu atenção a isso; apenas lhe lançou um olhar terno e voltou aos seus aposentos, e suas amigas, entre elas a perigosa Lady Elaine.

 

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Alessio
Um nerd brasileiro apaixonado por fetiches relacionados a dominação feminina e feliz em apresentar esse conteúdo para as pessoas. Também é expert em feedar no lolzinho.

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