Conto – Professora Dominadora

Autor: Anon SPH

Temática: SPH, CFNM.

 

Professora dominadora

Ser humilhado por alguém que você odeia acaba com seu ego. No colegial, aos 17 anos, eu tinha uma professora de biologia linda, porém chatíssima e mandona; pegava no meu pé em particular por eu ser preguiçoso e não prestar atenção. Era uma loira por volta dos 40 anos, de estatura média, típica MILF. Ela frequentemente vestia saias apertadas que realçavam sua bunda firme, e também usava salto alto.

Um dia, ela nos deu aula de educação sexual. Como sempre, ela me chamou a atenção com firmeza quando me pegou viajando sem prestar atenção, e de lição de casa mandou entregar um questionário e uma ilustração do sistema reprodutor humano. Desenhei uma vagina baseada vagamente em memórias da apresentação em sala de aula, e me baseei no meu próprio pênis flácido, bem mais curto do que os testículos com só a cabecinha para fora. No questionário, no qual fui chutando a maioria das alternativas, uma pergunta questionava o tamanho médio de um pênis ereto. Sem fazer ideia de onde estava o livro de biologia, medi a minha própria ereção e respondi: 7,5 centímetros. Na próxima aula, entreguei o dever de casa, novamente não participei ativamente da aula e no final ela me mandou ficar na sala até que eu terminasse o dever que ela havia passado na aula. Fiquei sozinho com ela, roendo-me de raiva enquanto ela corrigia o dever de casa.

De repente ela soltou uma risada e me chamou até a mesa dela. Meu dever estava no topo. Ela perguntou: “essa é a sua ilustração?” Respondi que sim e perguntei o que estava errado. Ela deu um sorriso maldoso: “nada, mas normalmente um pênis é mais comprido do que os testículos, desse jeito aqui ó” – ela me mostrou a ilustração de outro aluno, com o pênis bem mais comprido, e a cabeça passando dos testículos. Fiquei vermelho e ela captou minha vergonha “mas fora isso está OK.” “Ah, e você errou essa questão: se você tivesse lido o capítulo de anatomia, saberia que o tamanho médio médio de uma ereção é 15 centímetros. O dobro do seu tamanho.” Nisso, ela deu uma gargalhada. “Ops, quero dizer, o dobro do tamanho que você escreveu” disse com uma piscadela. A professora que eu odiava sabia que eu tenho o pinto pequeno. Voltei para minha carteira e passei longos minutos terminando o dever enquanto ela me observava com um novo, “inexplicável” bom humor.

Na aula seguinte, ela explicou sobre a síndrome de Klinefelter, que ocorre em homens com um cromossomo X a mais, e fez questão de chamar minha atenção no começo da aula para que eu acompanhasse. Ela começou a listar os sintomas dessa síndrome e mencionou “outro sintoma comum é um pênis muito abaixo da média”, ela disse, fazendo o sinal de pinto pequeno com o indicador e o polegar que as mulheres fazem, olhando direto nos meus olhos com um sorriso de orelha a orelha. Deu-me uma piscadela e continuou: “Por exemplo, se o tamanho médio de um pênis é de 15 centímetros, alguém com esta condição poderia ter 7,5 centímetros.” Os outros alunos riram com a descrição e ela logo mandou todos ficarem quietos e “deixar de agir de forma imatura”.

Daí em diante ela sempre tinha um sorriso malicioso quando me via, e eu fiquei ainda mais resistente à sua autoridade. Um dia ela me chamou e disse que se eu não mudasse de atitude e passasse na próxima prova, iria me arrepender “de maneiras além de uma mera nota baixa”, aproveitando para tirar uma casquinha: “desta vez 7,5 seria um número adequado”, falou rindo e me olhando por cima dos óculos com ironia. Quase desnecessário dizer que não passei. Quando ela me entregou a prova, só disse em voz baixa: “eu avisei”. Na semana seguinte, a escola ofereceu um exame médico completo em convênio com o hospital da região, o qual meus pais insistiram que eu atendesse por ser grátis.

Cheguei na sala, e encontrei a médica, uma oriental baixinha com o cabelo preso, que me disse para tirar toda a roupa e me vestir só com o avental que logo iniciaria os exames. Logo em seguida, gelei quando a professora de biologia entrou na sala, e falou para a médica: “como eu também dou aula no curso técnico de enfermagem no período noturno, aproveitei para chamar uma aluna do curso que já está quase se graduando, já ficou tudo acertado com a diretoria e a administração do hospital”, e a médica respondeu “claro, sempre bom ir familiarizando novas pessoas ingressando no ramo”. Se eu estava gelando com a presença da professora, atingi zero graus Kelvin quando vi a aluna em questão: Clarice, minha colega de classe vizinha e amiga próxima desde a infância. Ela se surpreendeu ao me ver e me cumprimentou toda sorridente. Clarice era uma moça um pouco baixa, com a pele bronzeada e olhos castanhos claros, com um rosto arredondado e amigável, e o corpo bem desenvolvido, praticamente adulta. A médica conversou um pouco com ela para saber se depois ela viraria enfermeira mesmo ou tentaria medicina na faculdade, e eventualmente meu exame começou.

O exame prosseguiu comigo quase nu, coberto só pelo fino e revelador avental. Até que a médica disse para tirar o avental de vez para “examinar os genitais”. “Não é para ter vergonha de nada,” ela disse factualmente, “lembre-se que sua saúde vem sempre em primeiro lugar, este é um ambiente totalmente profissional.” Minha professora, por trás das duas, olhou para mim com aquele pequeno sorriso de triunfo feminino que só as mulheres sabem fazer. Suando frio, congelando por fora ao mesmo tempo que minha cabeça fervia por dentro, saí do avental. Meu pinto pequeno, ainda mais encolhido com o frio da sala e com a vergonha percorrendo o corpo como uma onda, tinha se retraído até nem parecer “pendurado” que nem nas ilustrações, só com a cabeça cutucando para fora e o prepúcio fazendo um biquinho na ponta. A médica, tentando manter-se profissional, não perdeu a cara séria, mas os olhos dela rapidamente foram da minha virilha exposta para o encontro dos meus por duas vezes seguidas, a boca dela se abriu de leve, mas ela rapidamente se recompôs. A Clarice, atrás da doutora, imediatamente levou a mão à boca, olhos firmemente presos no meu pintinho, e a expressão dela mudava que nem uma roleta, tentando sortear entre sentir dó, ficar chocada e cair no riso. Minha professora, por trás das duas, não tentou disfarçar nada, caiu em uma silencoisa gargalhada, não deu um pio mas se dobrou de rir com a mão na barriga, aproveitou para levantar a outra mão e mostrou o dedo mindinho para mim. Enquanto isso, a Clarice parecia ter se rendido às risadas, mas não conseguiu ficar quieta e acabou fingindo estar com tosse, ainda com a mão na frente da boca e olhando sem parar para o meu diminuto e encolhido pênis. A doutora concluiu que eu não tinha fimose e nenhum caroço nos testículos e disse para eu me vestir. Pelo resto do exame, a Clarice me encarou nos olhos com um sorriso boquiaberto incrédulo. Minha professora colocou as mãos na cintura em pose de vitóra e fez cara de deboche.

Enquanto a médica conversava um pouco com a Clarice para lhe dar dicas de carreira e recomendações de cursos, minha professora falou comigo na saída. “Eu escolhi a Clarice pessoalmente porque sabia que você vive andando junto dela. Espero que tenha aprendido a me ouvir quando eu mando. Ah, e por sinal, de todos os que eu já vi ao longo da minha vida, você tem de longe o menor pau.” Eu só queria desaparecer, logo quando ela saiu e eu virei para ir embora a Clarice aparece: “me espera, vamos para casa juntos!” Ao longo do caminho ela foi rindo da minha cara, contando que não fazia ideia que um pinto podia ser tão pequeno quanto o meu. Sendo consumido pelo vexame, falei gaguejando que estava frio e ela nem me viu duro, mas ela disse que duvidava que desse para crescer o suficiente para compensar. “O meu irmãozinho de 6 anos é maior!” disse, soltando outra risada às minhas custas. “Não duvido nada que o pinto mole do meu namorado seja maior do que o seu pintinho duro!” Chegando em casa ela se despediu e disse: “olha, sinto muito mas a partir de hoje eu te vejo de outra forma. Você sempre foi como um irmão para mim, agora você é um irmãozinho – um irmãozinho muito pequeno”, ressaltando as duas últimas palavras e fazendo o símbolo de pinto pequeno com os dedos enquanto ia embora.

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Alessio
Um nerd brasileiro apaixonado por fetiches relacionados a dominação feminina e feliz em apresentar esse conteúdo para as pessoas. Também é expert em feedar no lolzinho.

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