Conto – Banquei pra ser corno dela no cinema

Autor: Corno por vocação

Temática: Cuckold.

 

Banquei pra ser corno dela no cinema

Este é o segundo conto da serie primeira namorada, para entender como tudo começou leia o primeiro.

Depois de ver minha gatinha se esfregando com outro na minha frente no primeiro dia de namoro, tivemos uma semana normal, conversando pelo msn sem que nenhum de nós tocasse no assunto. Com isso eu pensei que aquela seria a única vez, e isso me causava alivio e frustração ao mesmo tempo. Porém, na sexta feira, sétimo dia de namoro, ela me mandou o seguinte sms:

– Amor, estou querendo ir no cinema, você pode pagar o ingresso?

Eu pensei que ela estava me convidando para ir com ela, então disse que sim, claro.

Porém, quando cheguei para encontrar com ela no cinema, ela estava acompanhada de um amigo. Eles estavam bem próximos um do outro, quem visse pensaria que eram namorados. Ela me cumprimentou com um selinho e me apresentou para seu amigo.

– Esse é o Bruce, ele estuda comigo. Compra ai o ingresso pra gente.

– Qual é o filme?

– Tanto faz, o mais próximo… quem respondeu foi Bruce.

Eu entrei na fila enquanto eles ficavam conversando quase ao pé do ouvido, trocando risinhos e “cosquinhas”. Instintivamente eu comprei três ingressos, meu lado de corno sempre falava mais alto. (que homem de verdade compraria ingresso para o amigo da namorada?)

Depois que comprei os ingressos fui até eles e disse:

– Vamos, já vai começar.

Os dois riram.

– Amor, era pra comprar ingresso só pra mim e pro Bruce. Não te convidei pra ir junto.

Cara, tenho certeza até hoje que muita gente ouviu aquilo. Eu fiquei com cara de bunda. Então ela pegou na mão dele, pegou o ingresso da minha mão e falou

– Se quiser vir pode vir, depois não reclama.

E é claro, como bom corno que sou, eu fui.

Eles ficaram de mãos dadas o tempo todo na fila para entrar, me ignorando totalmente. Quando sentamos, ela obviamente sentou ao lado dele, abraçou sem braço e encostou o rosto em seu ombro. Eles eram o casal e eu a vela naquele dia. Nós estávamos sentados bem no fundo, e como era a tarde, não havia ninguém próximo da gente. Eu sabia que ia acontecer algo e meu pau ficou duro na hora.

Antes mesmo do filme começar ela virou pra mim com aquela carinha de anjo dela e pediu com um sorriso

– Amor, vai comprar pipoca PARA MIM E PARA O BRUCE?

Como bom corno que sou levantei e fui. Antes de eu me afastar, o filho da puta que tava pegando minha namorada ainda gritou que queria guaraná ao invés de coca.

– Por favor, uma pipoca grande com guaraná!… foi o que falei para a mulher do caixa. (um bom corno deve servir também ao amante)

Quando voltei eles estavam em um beijo quente e safado. Ela estava de frente para ele, quase subindo em seu colo e ele com a mão em seus seios por dentro do decote do vestido. Quando perceberam minha presença, ela desfez o beijo, e ainda com o seio de fora (e que seio maravilhoso ela tinha), pegou a bandeia com a pipoca e colocou na cadeira ao lado, que estava vazai. Depois que me sentei ela pegou algo no chão e me deu. – Guarda pra mim amor, não vou precisar agora. Era sua calcinha, bem pequena e de renda. Bruce riu muito quando cheirei a calcinha dela.

– Não ri dele… falou ela… Isso é o mais perto que ele vai chegar da minha buceta

Ela arrumou o peito no vestido e se sentou para assistir ao filme, comendo a pipoca que eu tinha comprado.

Depois de um tempo, ele estava alisando a buceta dela por baixo do vestido e ela o pinto dele por cima da bermuda. De repente ela vira pra mim e fala

– Amor, acho que o pinto dele é muito grande, posso colocar pra fora para ver?

Eu fiquei calado.

– Responde, eu quero ouvir.

– Pode!

– Melhor namorado do mundo… ela falou depois de me dar um beijo no rosto.

Ela se virou para ele e colocou o pau dele para fora. Eu não resisti a olhar. Realmente era grande, muito maior que o meu. E estava totalmente duro.

Ela segurou como se fosse um troféu e o mostrou para mim.

– Olha amor, aposto que ganha do seu.

– Quer dar uma pegadinha… Bruce me provocou.

– Claro que.

– Amor, coloca o seu pra fora também, vamos ver quem ganha.

– Não precisa.

– Coloca porra, eu to mandando… pela primeira vez ela me tratou com agressividade. (algo que se tornaria comum)

Eu coloquei. Os dois começaram a rir. Meu pau não dava metade do de Bruce.

– Não tem jeito, vou ter que ficar com esse mesmo.

Ela começou a punheta-lo devagar e voltaram a assistiu o filme. Ele colocou a mão na buceta dela de novo, o que fez ela se empolgar na punheta.

Depois de algum tempo, ele falou algo no ouvido dela. Então ele foi para a beira da cadeira e ela acelerou ainda mais, até ele gozar no encosto da cadeira de frente. Ela limpou a mão na minha calça sem nem olhar pra mim.

O filme acabou, ela vestiu novamente a calcinha e fomos para a rodoviária.

– Amor, compra nossa passagem por favor.

Fui, comprei e entreguei a eles, que estavam abraçados como namorados. (ele por traz segurando a barriga dela)

– Tchau amor!… Quando o ônibus chegou, ela me deu um selinho e falou no meu ouvido

– Vou deixar ele enfiar três dedos na minha buceta dentro do ônibus.

Antes de entrarem no ônibus, eles deram um beijo de língua. Senti os olhares das outras pessoas se virando para mim. Fui para casa e me acabei na punheta a noite toda.

 

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Alessio
Um nerd brasileiro apaixonado por fetiches relacionados a dominação feminina e feliz em apresentar esse conteúdo para as pessoas. Também é expert em feedar no lolzinho.

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