Conto – Destinado a cornitude

Autor: Corno por vocação

Temática: Cuckold.

 

Destinado a cornitude

Ser corno para mim foi algo incrivelmente natural, simplesmente aconteceu, por isso digo que sempre tive vocação. Desde que comecei a me interessar por mulheres contava tudo para meu primo, que por sua vez tinha o irritante prazer de pegar todas as garotas que eu dizia estar afim. Se eu fosse um cara normal, pararia de falar para ele sobre as mulheres que eu queria namorar, mas como sou um corno de vocação, desenvolvi um certo tesão em ver ele se esfregando com elas.

Mas foi minha primeira namorada que me tornou o corno que sou hoje. Fernanda era baixinha, branquinha e de seios fartos, tinha 15 anos na época. Eu deveria ter imaginado, afinal conheci ela em uma micareta, na qual ela estava com o namorado, mas ainda sim me beijou duas vezes enquanto ele tinha ido comprar refrigerante para ela. Eu me senti um macho alfa naquele dia, mas foi o único dia da minha vida que senti isso. Como sou um corno de vocação, comecei a namorar com ela um mês depois.

Mas antes disso, conversamos muitas vezes pelo msn, onde ela me contava que vivia traindo seu então namorado e que adorava fazer isso. Só mesmo um corno para pedir uma garota dessas em namoro.

Foi a casa dela, e falei com seu pai para que pudéssemos namorar, relutante ele aceitou. Então fomos para a praça da cidade dela para comemorar. Foi ai que meu primeiro chifre nasceu. Depois de um tempo passeando, ela encontrou com um colega de escola, que ela ficou muito animada em ver. Ela correu e pulou nele para abraça-lo (as meninas naquela época faziam muito isso) conversaram por um bom tempo, me ignorando totalmente e se despediram. Porém ficamos sentados em um banco próximo de onde ele estava com seus amigos.

Assim que sentamos ela soltou:

– Saudades do Marcelo, a gente ficava todo dia depois da aula.

– Não fica mais? (que tipo de cara ia perguntar uma porra dessa?)

– Não, ele saiu da escola… ela falou em meio a um risinho sacana.

Depois de um curto silêncio ela continuou.

– O beijo dele é muito bom.

– Duvido que é melhor que o meu.

Eu pensei que ela ia me beijar para comprovar, mas estava enganado.

– Não sei, teria que beijar ele de novo para saber.

– Aposto que eu ganho. (novamente o corno falando mais alto)

– Vamos tirar a prova?… ela olhou fixamente para mim.

Meu silêncio foi o suficiente para ela que gritou por ele e o chamou para perto de nos. Lembrando das garotas que eu via meu primo roubar de mim, meu pau ficou duro na hora.

– Meu namorado falou que beija melhor que você, vamos lá no Czão conferir?

Ele ficou incredulo por um tempo, mas depois aceitou, rindo horrores da minha cara. Czão era uma loja um pouco afastada que naquele horario (19) não passava quase ninguém por perto.

Quando chegamos, ela me deu um beijo rápido, mal colocando a língua na minha boca e foi para ele. Eles se beijaram ardendemente, demoradamente e gemendo. Ela parou, sem afastar a boca da dele falou ofegante.

– Nossa amor, o dele é muito melhor… e voltou a beija-lo.

Enquanto eles se beijavam ardentemente, ela segurava a minha mão e eu a dela. Eu estava calado, de pau duro. Então ele desceu e foi para o pescoço dela, ela olhou para mim com olhos de puta e voltou a fecha-los antes de falar.

– Fica olhando, quem sabe seu beijo melhora.

Eles voltaram a se beijar. Ela levantou uma das pernas e ele ficou segurando apertando sua bunda no processo. Ela começou a rebolar, como se transasse com ele. Meu pau estava para explodir de tanto tesão. Quando ele finalmente colocou a mão dentro da blusa dela, ela parou e falou.

– Obrigado Marcelo, a gente se ve… e me puxou para sairmos dali.

Enquanto voltavamos para praça ela me falou muito sorridente.

– Que pena que você perdeu amor. Mas não se preocupa, talvez você ganhe de Pedro, do Carlos ou do Jorge.

 

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Alessio
Um nerd brasileiro apaixonado por fetiches relacionados a dominação feminina e feliz em apresentar esse conteúdo para as pessoas. Também é expert em feedar no lolzinho.

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