Conto – Humilhado pela professora

Humilhado pela professora

 

Autor: Aleph

Temática: Femdom, CFNM, Humilhação, Professora e aluno

Fernanda era professora de Biologia numa renomada e tradicional escola de uma cidade do interior. Era alta, morena, cabelos lisos e longos, porém presos. Possuía olhos negros. Dona de uma beleza singular, tinha um corpo na medida certa, onde sobressaía, de certa forma, seus seios, nem muito grandes, nem muito pequenos. Tinha uma postura de autoridade frente a seus alunos. Seu olhar mistura severidade e doçura em iguais proporções, e ela sabia, quando queria, fazer uso dessas qualidades. Contava, à época, com trinta e seis anos de idade.

Um de seus alunos era Daniel, que cursava o 3.º ano do Ensino Médio. Era um rapaz bonito, com olhos azuis brilhantes e cabelos loiros. De seus lábios bem vermelhos brotava um sorriso lindo e sedutor, capaz de encantar facilmente as meninas da escola. Atleta, tinha um corpo forte e definido, e defendia o nome da escola nas competições de futebol de salão. Falante e brincalhão, não era um modelo de aluno: estudava apenas para conseguir a média mínima. Tinha dezessete anos de idade a essa época.
Apresentados nossos personagens, podemos agora passar aos eventos que se sucederam.
Fernanda havia marcado uma prova para a semana de jogos do colégio. Um problema para Daniel. Como estudar se tinha de se dedicar com afinco aos treinos? Mas precisava de nota de qualquer jeito, pois corria o risco de ficar retido na matéria. Passou-lhe, então, a seguinte ideia. Ele sabia, assim como os demais alunos, que sua professora trazia os originais de todas as provas em uma pasta que sempre carregava consigo. Bastava se apoderar dessa pasta para garantir uma boa nota na prova e ainda poder treinar para os jogos. Mas como conseguiria a tal pasta, se a professora não desgrudava dela?
Uma oportunidade surgiu quando Fernanda foi convocada a uma reunião com a direção. A professora dispensou os alunos e saiu apressada da sala, deixando seu material de trabalho sobre a mesa. Daniel pensou: “Minha chance: é agora ou nunca!” Saiu junto com seus colegas, e quando estes se afastaram, retornou à sala e começou a vasculhar os pertences da professora. Finalmente encontrou a pasta de provas e já tinha a avaliação de sua turma em suas mãos. Sorriu.
– O que você está fazendo aí, rapazinho?
Daniel tomou um susto. Era Fernanda à porta. O rapaz ficou sem resposta. A professora tomou-lhe a prova das mãos.
– Você sabe que isso é fraude, não é? Vamos imediatamente à direção comigo!!
– Por favor, professora. Não faça nenhuma queixa. Se eu tiver algum problema de disciplina, eu vou ser proibido de participar dos jogos!
– Pensasse nisso antes!!
– Eu faço qualquer coisa mas não dê queixa…
– Qualquer coisa? Pois bem… – sorriu Fernanda.
A professora se dirigiu à porta da sala e a trancou a chave. Depois, foi até sua mesa e pegou uma régua. Dirigindo-se a Daniel, disse:
– Vai para o fundo da sala.
Sem entender direito o por que desse pedido, Daniel obedeceu. Encostou em uma parede. Estava nervoso e tremia um pouco. Fernanda acabava de fechar as cortinas da janela da sala, e voltando-se para o jovem:
– Desencoste da parede! Fique em pé direito!
Agora, de frente para Daniel, com um ar de autoridade ao qual costumava fazer uso:
– Tire a camisa! Vamos!!
– Pra quê?
– Não pergunte nada! Você disse que faria qualquer coisa se eu não desse queixa à direção. Então, faça!!
Sem outra alternativa, o rapaz obedeceu. Deixou a camisa em uma carteira ao lado. Fernanda, então, pôs a mão sobre o peito de Daniel. Ele teve um sobressalto. Seu coração acelerou-se. Seus olhos azuis brilhantes se arregalaram.
– Que gostoso esse seu peito lisinho…
A mão de Fernanda deslizava sobre o peito de Daniel. Tocou-lhe os músculos dos braços. E depois acariciou-lhe o rosto e os cabelos loiros. Lançava sobre o rapaz um olhar de severidade. Este não a encarava, desviava o olhar sempre que podia. A mão de Fernanda chegava à barriga do jovem, durinha e bem definida. A professora percebeu, então, o elástico da cueca de Daniel aparecendo sobre a calça e o puxou levemente.
– Tire a calça! – ordenou.
– Quê? – respondeu Daniel, pálido.
– Obedeça! Já falamos sobre isso!! – respondeu asperamente. – E tire os tênis antes, seu bobo!
Desviando o olhar, obedeceu. Tirou os tênis e as meias. E depois as calças. Estava usando uma cueca boxer branca, bem justinha ao corpo. Envergonhado, Daniel colocou as mãos na frente e ficou meio encolhido.
– Está com vergonha?
O rapaz acenou com a cabeça.
– Tire as mãos daí. Coloque-as para baixo. Não se cubra!!
Novamente, o jovem obedeceu. Seu rosto estava vermelho. Ele suava e tremia.
Fernanda deslizava a régua pelas coxas de Daniel, como se lhe examinasse o corpo. Tocou a régua em seu saco. Ele deu um suspiro. Depois deslizou a régua sobre o volume na cueca do jovem.
– Muito bom! – comentou a professora. – Agora, tire a cueca! Vamos! E não se cubra!
Muito envergonhado e com os olhos úmidos, Daniel obedeceu. Ficou nu diante de Fernanda. Seus pentelhos pareciam fios dourados de tão loirinhos. Se pau, mesmo mole, era relativamente grande, grosso e cheio de veias. Seu saco estava encolhido, pelo frio e pela vergonha.
– Por quê você está fazendo isso comigo? – perguntou, com a voz baixinha.
– Me chame de senhora, seu atrevido!!
– Por quê a senhora está fazendo isso comigo?
– Estou te educando! Só isso!
Num gesto mais brusco, Fernanda pôs a mão no saco de Daniel. Brincava com suas bolas, e vez ou outra, dava uns apertões, o que fazia o rapaz soltar uns gemidinhos. Depois, começou a brincar com os pentelhos da virilha, enrolando os dedos e depois puxando devagar. Com tantos estímulos, o pau do rapaz aumentou um pouco de tamanho, numa quase ereção.
– Muito bom! Pra um garoto de dezessete anos… Mas, sinceramente, eu estou acostumada com homens de verdade! – disse, com desdém.
Daniel estava humilhado e envergonhado. De certo, muito arrependido de tentar trapacear nas provas. E quase arrependido de não ter preferido a queixa à direção ao invés de ter proposto fazer “qualquer coisa”.
– Vire de costas pra mim!!
Obedeceu.
Fernanda apalpou a bunda de Daniel. E deu uns tapinhas.
– Que bundinha mais branca! E é toda durinha… – riu-se.
Fernanda afastou-se de Daniel e foi até sua mesa pegar algo. O garoto continuava imóvel, olhar perdido na parede branca. A professora voltou:
– Vira de frente pra mim, Daniel!
Quando o rapaz virou, ela passou uma coleira de cachorro em seu pescoço. O jovem a encarou num relance. O espanto, num repente, tomou o lugar da vergonha. Depois, desviou o olhar novamente.
– Mas que cachorro mais bonito eu tenho! Minhas amigas iam adorar um dessa raça!!
Segurou o rosto do rapaz com ambas as mãos e o forçou a olhar para ela.
– Repete comigo: “Eu sou um cachorro malvado”.
Daniel ficou em silêncio.
– Vamos!! Fala!!
– “Eu sou um cachorro malvado”! – falou baixinho.
– Eu não ouvi!! Fala mais alto!!
– “Eu sou um cachorro malvado”!! – repetiu.
– Mas… se você é um cachorro, por quê você está de pé? Fica de quatro!! Vamos!!
– Pára com isso! Me deixa ir embora!! Minha mãe está me esperando em casa… – choramingou o rapaz.
– Nossa! Já imaginou se sua mãe fica sabendo disso tudo? O que ela ia pensar…
Daniel entendeu o recado. Agachou e depois ficou de quatro. Fernanda agachou-se também, segurando o rapaz pela coleira. Depois deu-lhe um abraço terno, acolhendo-o em seus braços e acariciando seus cabelos. O rapaz estava quase chorando.
– Você promete que nunca mais vai tentar trapacear em provas? E que vai estudar a sério daqui pra frente?
– Sim.
– Sim, o quê?
– Sim, senhora. Eu prometo.
Fernanda soltou a coleira de Daniel, tirando-a em seguida.
– Pode ir! Vista suas roupas e pode sair!! E pode ficar com a prova que você pegou da minha pasta: era do bimestre passado mesmo, seu bobo!!
Daniel se vestiu sob os olhares atentos de Fernanda, como se ela o supervisionasse.
– Ajeita essa camisa no corpo, Daniel!!
Depois de vestido, o jovem dirigiu-se para a porta – agora destrancada – sem trocar olhar com a professora.
– Quando você ficar um pouquinho mais velho, você vai se tornar um homem muito bonito, Daniel. Quando isso acontecer, eu vou querer transar com você, seu puto!!
Daniel olhou pra ela com um desprezo imenso:
– Acha que eu vou querer isso com você? Não notou que eu sou gay?

 

E quem se surpreendeu agora foi Fernanda, enquanto Daniel saia e batia a porta.

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Alessio

Um nerd brasileiro apaixonado por fetiches relacionados a dominação feminina e feliz em apresentar esse conteúdo para as pessoas. Também é expert em feedar no lolzinho.

2 thoughts on “Conto – Humilhado pela professora

  1. Esse é um dos meus contos preferidos; chantagem, dominação, humilhação, spanking, e até um leve ballbusting… parabéns ao autor

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