Conto – Submission

 SUBMISSION

Autor: Lady Lilith
Temática: Dominação, Garota aproveitadora, Femdom

Ricardo já havia sido mencionado em outro conto anteriormente, moreno de 1,83 frequenta a academia algumas vezes, passou algumas instruções para o novato Samuel, mas seu principal interesse na USF é o Jiu Jitsu, conseguiu a graduação de faixa roxa  com seus 23 anos, é uma pessoa determinada e orgulhosa, não gosta de sair perdendo, na maior parte do tempo age como um gozador, o mais bobo entre os amigos. Trabalha também em uma loja de vestuário masculino jovem.
Na sua graduação atual já tinha vencido algumas competições na categoria de 80 Kg, como haviam poucos faixas marrons e não havia outro faixa roxa, Ricardo era um modelo de técnica para os alunos menos graduados, com certa frequência contava alguns de seus feitos em treinos e campeonatos, tornou-se bem popular na academia com seu ego bastante inflado.
Em outro dia de treino aparece uma menina nova na aula, algo que não era incomum, pois ocasionalmente apareciam visita, novos alunos e algumas mulheres também participam do treino junto com os rapazes, mas infelizmente para Ricardo, a aluna nova não seria apenas outra pessoa a passar pelos treinos, ainda não sabia mas ela deixaria uma marca em sua história.
Maria. Uma jovem de 18 anos muito abusada, medindo 1,83 uma estatura alta pra uma mulher, pele negra, além de alta também é forte estando um pouco acima do seu peso, o que a faz parecer ligeiramente masculinizada, tem seios fartos, cabelo preto que fica preso.
Não sendo apenas forte fisicamente, Maria também tinha uma técnica apurada, em sua categoria no feminino também tinha vencido algumas competições, era faixa azul e tinha interesse em permanecer treinando por um tempo nesta academia.
A jovem além de promissora na arte-marcial também era muito simpática apesar de ser competitiva, fez amizades e conquistou a simpatia das pessoas na academia, principalmente de Anete, uma garota de 18 anos, do tipo falsa magra, faixa branca da academia, loira de cabelo escorrido e bem branquinha, Anete aparente ser bem tímida.
De início Ricardo e Maria não se falaram, ambos eram pessoas muito orgulhosas com egos gigantescos somente nos olhares percebiam que o outro tomava seu espaço, em pouco tempo Maria fez amizades e demonstrou suas habilidades avançadas, Ricardo percebeu que alguns alunos já preferiam receber instruções dela em vez dele, Maria demostrava melhor a prática das técnicas.
Nos treinos a jovem também se destacava vencendo rapazes de sua graduação e mesmo peso que ela, neste pouco tempo, já era vista como um destaque e uma peça valiosa para o grupo.
Como é comum nas aulas de artes marciais, durante os treinamentos os alunos praticavam as técnicas em pares, trocando frequentemente as duplas, e ocasionalmente Ricardo e Maria praticavam juntos, quando isso acontecia ambos se esforçavam e se concentravam mais para não vacilar pro outro mas também seguravam o seu jogo pra não demostrar toda habilidade.
Mesmo quando os dois pegavam leve percebiam a habilidades e as capacidades físicas do adversário, ambos tinham uma pegada fortes nas mãos, Ricardo tinha braços bem fortes e era bem ágil, Maria tinha pernas fortes usava bem seu peso quando estava por cima e fazia boas armadilhas para conseguir uma finalização.
Depois de quase 2 meses, a equipe começou um treino mais duro voltado para o campeonato estadual de Jiu Jitsu que se aproximava, e com certeza, ambos iriam competir em suas categorias e eram esperanças de medalhas, nessa época o clima de apreensão e empolgação nos treinos crescia bastante.
Nas duas últimas semanas de preparação pro campeonato os treinos simulavam as lutas da competição, então os alunos tinham que dar o máximo de si mesmo sendo um treino, então o professor pediu para que Ricardo e Maria lutassem mesmo sendo de categorias diferentes, assim, Maria poderia se testar contra alguém mais forte. Assim que o professor falou todos ficam surpresos e empolgados, logo formaram um círculo para assistir a luta.
Ricardo ficou mais nervoso porque era mais antigo na academia, mais graduado e enfrentaria uma mulher, pensou que se perdesse seria humilhante, precisava muito vencer, Maria ficou animada pra lutar mas também estava nervosa.
O combate começou com Maria indo pro ataque, agarrando as mangas do quimono do rapaz, a galera ficou empolgada, eram uns 16 alunos que assistiam e vibravam com cada movimento.
Ficaram trocando pegadas tentando um melhor posicionamento para derrubar o adversário, finalmente Ricardo conseguiu puxar a perna de Maria e derrubá-la, caindo na sua guarda, ainda sim, Maria estava com uma guarda bem firme, o rapaz logo percebeu a força das suas pernas, a garota tentava armar um triângulo para finalizá-lo e a torcida vibrava a cada tentativa, em um ritmo cardíaco elevado os dois ficavam ofegantes, e depois de tantas pegadas no quimono ele descobria o corpo, Maria usava um top roxo por baixo do quimono seus seios pareciam ainda maiores enquanto se esforçava para respirar.
Ricardo tentava passar a guarda, até conseguir uma transição e obter a posição de 100 quilos, dominou um dos braços da garota e finalizou-a com uma chave de braço, quando a luta terminou muitos alunos vibraram e o próprio Ricardo não conseguia disfarçar a alegria.
Maria não gostou de perder, mas apertou a mão de Ricardo fingindo alguma esportividade, arrumou seu quimono e saiu da sala de treino assim que pôde. Foi pra casa com o sabor da derrota e só pensava e ter uma revanche.
No dia seguinte durante a manhã Maria encontrou com Ricardo na academia fazendo musculação e foi falar com ele, embora houvessem outras pessoas se exercitando, a conversa ficou particular entre os dois.
_ Oi Ricardo. – disse Maria começando a conversa.
_ Oi Maria. – respondeu o rapaz, com um sorriso, sentia-se superior e dominante após vencê-la.
_ Eu gostei da nossa luta, você é muito bom, mas eu acho que teve sorte quando conseguiu me derrubar.
Ricardo não gostou do comentário, mesmo perdendo ela ainda o ameaçava em sua superioridade, e atacava o seu ego.
_ Eu já te ganhei, posso te ganhar novamente. – disse rindo.
Maria tinha que desafiá-lo, colocá-lo a prova novamente sabia que seu ego o levaria a aceitar outro combate.
_ Quero lutar com você novamente, nas regras de submission onde não há quimonos pra agarrar.
Ricardo sentiu-se insultado, como se precisasse usar mais força e o domínio do quimono para derrotá-la, de fato, lutar sem quimono é diferente de com quimono, e vários atletas que são bons numa modalidade não se dão tão bem na outra, mas Ricardo tinha que derrotá-la nas duas formas para afirmar sua superioridade.
_ Podemos lutar nas regras de submission. – Aceitou Ricardo.
_ Ótimo! – disse Maria – Aparece na academia hoje às 22:00.
_ Não tem treino nesse horário, está vazio.
_ Eu sei, mas não vai acontecer nada sério, se você se machucar eu chamo uma ambulância. – provocou Maria
_ Está bem, vou te ganhar novamente.
Maria saiu de lá, feliz porque Ricardo mordeu a isca, já tinha a sua tática preparada para dominá-lo e vingar-se naquela luta.

Na hora marcada Ricardo apareceu no dojo, o tatame estava armado e apenas algumas luzes acesas, vestia uma camiseta e uma bermuda que colam bem ao corpo, pra ficar mais adequado ao submission, quando chegou, ficou surpreso porque Maria não estava sozinha, além dela, Anete também estava lá.
Perguntou o que ela fazia ali, então Anete mostrou uma câmera e explicou que iria gravar um vídeo da luta. Ricardo sentiu-se mais nervoso, não esperava por isso, já estava motivado a vencer mas agora não podia perder de jeito nenhum.
Maria estava vestindo shorts curtos colados ao corpo que marcavam bastante as duas pernas grossas, e fortes, por cima uma camiseta branca.
_ Podemos começar quando estiver pronto – Disse Maria.
Ricardo jogou sua mochila pra longe e aceitou o desafio, para que começassem logo a luta, Anete ligou a câmera e começou a filmar.
Dessa vez Maria não começou buscando o ataque e esperava pela iniciativa dele, ambos estavam mais defensivos e cautelosos, logo que se chocaram trocaram um “abraço” tentando dominar o corpo um do outro, mediram forças fazendo movimentações e pegadas de braço nas costas, até que Ricardo desceu a base e puxou ambas as pernas de Maria caindo novamente por cima da garota, estranhamente parecia ainda mais fácil dessa vez, novamente começou a forçar a passagem de guarda, e os braços de Maria estavam estranhamente estendidos.
Maria agarrava Ricardo com a mão direita sobre seu ombro e a mão esquerda estendida, agarrando suas costas bem pra baixo quase nos quadris, Ricardo tinha boa vantagem e forçava seu peso usando também os braços logo iria conseguir passar a guarda ou até finalizar dali mesmo, foi o que tentou, usou  mão direita para agarrar o pescoço de Maria quando foi surpreendido pelo seu contra-ataque.
A mão esquerda de Maria saiu de suas costas passando por baixo dele até alcançar o seu saco, Maria apertou forte e agarrou suas bolas com essa mão. Ricardo quase saltou e dou um grito de dor, mas Maria mantinha-o preso com suas pernas, Anete deu uma risada, já tinha ideia de que isso ia acontecer e continuou filmando tudo.
_ Filha da puta!
Maria apertou ainda com mais força e soltou, mantendo sua mão encostada nas bolas do rapaz. Ricardo tentava sair da posição mas era inútil, estava fortemente preso pelas pernas de Maria e estava numa situação complicada.
_ Isso é proibido – disse Ricardo, e logo levou outro apertão.
_ Vou te enfiar a porrada – ele ameaçou e levou uma aperto ainda mais longo.
Cada vez que tentava argumentar Ricardo sofria mais nas mãos daquela garota, quando ele perdeu a concentração, Maria fez uma raspagem e derrubou-o pro lado, ficando por cima do rapaz.
_ Vai me bater? – ela perguntou e deu outro tapa nas suas bolas. – Sou eu quem decide o que pode ser feito aqui.
Anete não aguentava mais e ria alto, o machão da academia estava totalmente dominado por uma garota. Ricardo aceitou as condições impostas pela garota, não conseguia resistir as pancadas no seu saco.
Está bem. – concordou o rapaz
Maria ficou satisfeita, sorrindo maliciosamente. Mas ainda não tinha terminado.
_ Quem é mais forte agora? – Perguntou Maria observando o desgosto no semblante do jovem.
_ você. – respondeu baixo e seco.
Ela deu um tapinha no seu rosto e o corrigiu.
_ Você, senhora! – ela corrigiu e continuou _ Quer que eu bata mais nas suas bolinhas quer?
Maria enfiou a mão dentro da cueca de Ricardo alcançando suas bolas, ele ficou preocupado e respondeu:
_ Sim senhora, a senhora é mais forte.
_ Diz que eu sou linda!
_ A senhora é linda.
_ Isso mesmo!
Maria se divertia muito dominando o rapaz daquela forma, alisava as bolas do rapaz que temia levar mais um tapa.
_ Sabe por que eu sei que me acha linda?
Ricardo sentia que a mão de Maria subiu para o seu pênis, sentia-se humillhado com aquilo, tinha dificuldades para encarar o olhar da garota, especialmente nesse momento, Maria segurou o seu pau, sorrindo e olhando bem pros olhos dele, mais orgulhosa que nunca.
_ Não sei senhora. – mentiu Ricardo.
_ Não sabe? Tô sentindo o seu pinto duro na minha mão.
Ricardo ficou suando frio e com muita vergonha, Anete continuava filmando e riu muito alto dessa vez, se aproximou mais ainda dos dois filmando tudo.
_ Eu vou pôr ele pra fora. – disse Maria.
_ Por favor, não. – implorou Ricardo.
Mesmo com o pedido do jovem, Maria tirou a mão de dentro do short e foi puxando devagar, eis que o seu pênis saltou para fora do short, Anete soltou um gritando quando viu a vara, grande e dura com uns 17 cm.
A garota filmava de perto o pênis de Ricardo, ele fechava os olhos enquanto Maria tirou completamente seus shorts, completamente nu da cintura pra baixo, Maria saiu de cima dele, ficando de pé, Ricardo continuou no chão usando as mãos para cobrir entre suas pernas.
A dominação física de Maria já havia criado também um poder psicológico sobre ele ficando submisso a ela mesmo sem a ameaça ao seu saco.
_ Pode ficar sentado. – disse Maria e Ricardo obedeceu de pronto.
Maria se abaixou e falou próximo ao ouvido dele, com uma voz bem mais meiga mas ainda controladora.
_ Não precisa se preocupar isso vai ficar só entre nós três, ninguém vai espalhar nada por aí, mas agora você sabe quem é mais forte e temos um acerto de autoridade, eu mando e você faz.
Ricardo acenou com a cabeça em sinal de entendimento, Maria abraçou-o, tocando em seu peito e lhe acariciando, o rapaz era bonito e ela desfrutava bastante da brincadeira, logo, sua mão foi até o seu pênis envolvendo-o.
_ Gostei desse pinto. – disse Maria.
Começou a masturbá-lo e Ricardo não fazia mais esforço para esconder o tesão que estava sentindo, começou a gemer baixinho no ouvido dela.
_ Agora esse pau é meu – afirmou Maria.
_ Sim senhora – concordou o rapaz.
Maria masturbou o seu membro com vontade, fazendo Ricardo gemer de prazer se contorcendo pelas carícias da menina, seu pênis latejando nas mãos dela, não conseguia pensar em nada mais prazeroso.
_ Agora já chega. – disse Maria soltando o seu pênis.
Anete que não parava de filmar sentia um calor enorme entre as pernas, mesmo ela ficou desapontada quando Maria soltou o pênis dele, Ricardo com seu pênis super rígido ficou frustadíssimo.
_ Me faz gozar. – implorou Ricardo docemente.
_ Hoje não – respondeu Maria encostando levemente em seu pau e depois soltando novamente, o membro ereto latejando de tão excitado.
_ por favor senhora. – implorava.
Maria deu um beijo de despedida na boca de Ricardo e devolveu pra ele os seus shorts.
_ Da próxima vez eu vou pensar no seu caso, quem sabe você goze.
Maria e Anete saíram deixando Ricardo lá, o jovem completamente dominado sentiu-se tão excitado quanto jamais tivera se sentido antes, quando chegava ao ápice do prazer Maria negou-lhe o orgasmo, agora, Ricardo ficava ainda com mais tesão ainda por aquela jovem garota, mal podia esperar para revê-la.

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Alessio
Um nerd brasileiro apaixonado por fetiches relacionados a dominação feminina e feliz em apresentar esse conteúdo para as pessoas. Também é expert em feedar no lolzinho.

2 thoughts on “Conto – Submission

  1. Tesão de conto. Merece continuação, ainda mais que agora o machão Ricardo caiu na emboscada armada por Maria e Alerte. Gostaria de vê-lo definhando com diversas punições nas bolas e no pau dele.

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